Existem dois tipos de caras para uma mulher: o cara pela qual ela acaba criando sentimentos e o cara pra quem ela fala sobre tais sentimentos para com o OUTRO cara.
Você pensa que está no caminho certo, até ouve batidas simultâneas de coração pelo telefone, percebe em pequenos atos a vontade que ela tem de falar com você, a necessidade de falar com você, de digitar com você, aí ela fala da saudade… ah, a saudade. Mas quando você percebe, já sabe sobre coisas que não gostaria de saber e leu coisas que não gostaria de ler…sobre o OUTRO cara.
Derrepente, você passou do cara pela qual ela poderia ter algum sentimento para o cara que tem que aguentar todo esse tipo de conversa sem poder dizer nada, por que para ela você é apenas um “bom amigo”, um bom amigo que tem medo de perder tudo o que conseguiu até aquele presente momento, os telefonemas de horas, as demonstrações de confiança, mas enfim, o que quero dizer é que: Bom amigo o caralho! Não quero ser amigo de ninguém, eu te quero pra mím. Pra sempre!
Esou tentando descobrir em que momento eu passei para o outro lado dessa tênue linha, qual foi a frase que eu usei, ou a atitude que tomei…ou foi ela quem fez isso e nem me avisou? O mais legal disso é que eu nunca vou saber.
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Ela quem fez. É sempre assim.